É
possível dirigir o carro em toda situação sem
desativar o overdrive. No entanto, há momentos em que tirar
a quarta marcha de ação pode ser útil: por exemplo,
em certas subidas de serra, em que o câmbio pode alternar entre
terceira e quarta repetidamente, conforme a velocidade e a pressão
no acelerador. Ou em uma descida, em que manter a terceira marcha
gera algum freio-motor e poupa os freios do veículo. Esqueça
as ultrapassagens: quando o motorista exige mais aceleração,
o câmbio reduz as marchas tanto quanto necessário, não
importando se o overdrive está ou não ativo.
Na
cidade, deixar a quarta de lado pode facilitar a redução
da velocidade antes de um semáforo ou lombada, por exemplo,
já que o câmbio do Corolla tende a passar à última
marcha quando se tira o pé do acelerador. Algumas caixas modernas,
como as das francesas Peugeot, Citroën e Renault, interpretam
que o motorista deseja freio-motor e retêm, ou mesmo reduzem,
marchas nessa condição.
Quanto
às posições 2 e L da alavanca, correspondem à
segunda e à primeira marchas, na ordem, e devem ser usadas
apenas para conter a velocidade em descidas íngremes. Não
é preciso acioná-las no uso normal, na cidade ou na
estrada.